Rio Santos Bossa Fest

AGENDA DE APRESENTAÇÕES
24 de Janeiro
18h - Teatro Guarany
Abertura do Festival e Show com Orquestra Brasileira de Violões & Conjunto de Violões do Projeto Esculpir - Regência Maestro Manzione

19h - Teatro Guarany
Luisa Lacerda

21h - Teatro Guarany
Trio+Um & Santos Bossa All Stars
24 de Janeiro
19h - Teatro do SESC
Hamleto Stamato Trio

21h - Teatro do SESC
Celso Fonseca & Banda
24 de Janeiro
17h - Auditório de SESC
Palestra Ruy Castro sobre o livro Chega de Saudade

19h - Teatro do SESC
Marcos Ariel

21h - Teatro do SESC
Wanda Sá & Quarteto do Rio (Ex Os Cariocas)
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RELEASE

RIO SANTOS BOSSA FEST 2017

O objetivo principal do RIO SANTOS BOSSA FEST 2017 é trazer entretenimento para o público da Baixada Santista através de um estilo que é um dos principais alicerces da música popular brasileira, que é a BOSSA NOVA.

INFORMAÇÕES
RIO SANTOS BOSSA FEST 2017
Comemoração do Dia Nacional e Municipal da Bossa Nova em Santos - 25/01/17 e Homenagem Especial ao aniversariante do dia, ANTONIO CARLOS BRASILEIRO DE ALMEIDA JOBIM, o nosso Maestro Soberano Tom Jobim, que completaria em 2017, 90 anos de idade.

DIAS: 23, 24 e 25 DE JANEIRO DE 2017
11 ATRAÇÕES

ENTRADA FRANCA | FAIXA ETÁRIA: LIVRE

LOCAIS:
TEATRO GUARANY – Praça dos Andradas, 100 - Centro Histórico - Santos/SP - CAPACIDADE: 300 PESSOAS
TEATRO DO SESC – Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida – Santos/SP - CAPACIDADE: 750 PESSOAS
AUDITÓRIO DO SESC SANTOS – Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida – Santos/SP - CAPACIDADE: 150 PESSOAS

APOIO:
PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS – SECRETARIA DE CULTURA
SESC SANTOS

REALIZAÇÃO:
RÁDIO JO/DIGITALJAZZ: www.digitaljazz.com.br

INFORMAÇÕES E PRODUÇÃO CULTURAL:
CÁSSIO LARANJA: cassiolaranja@hotmail.com
GRAZIELLA GUERREIRO: graziaguerreiro@gmail.com

ORQUESTRA BRASILEIRA DE VIOLÕES – REGÊNCIA DO MAESTRO ANTONIO MANZIONE – PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: CONJUNTO DE VIOLÕES DO PROJETO ESCULPIR

ZUZA HOMEM DE MELLO
Dia 23 de Janeiro – 2ª. Feira – TEATRO GUARANY

18 horas – Abertura do Festival e show com a ORQUESTRA BRASILEIRA DE VIOLÕES – REGÊNCIA DO MAESTRO ANTONIO MANZIONE – PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: CONJUNTO DE VIOLÕES DO PROJETO ESCULPIR, composto por crianças de 05 a 16 anos, residentes no entorno do Mercado Municipal de Santos e que vivem em áreas de risco social.

A Orquestra Brasileira de Violões foi criada em 2011, pelo Maestro Manzione, que esteve à frente por 28 anos da Camerata “Heitor Villa-Lobos”, com mais de 1.000 apresentações e mais de 780 premiações.

Manzione foi o fundador do Curso Oficial de Violão de Santos, em 1972, já formou mais de 20 mil alunos com seus cursos gratuitos e mais de 200 professores de violão que atuam profissionalmente no Brasil e no exterior.

Neste projeto social realizado em parceria com a Associação Esculpir, o Maestro hoje com 81 anos de idade, esbanja vigor, sabedoria e doa seu conhecimento, três vezes na semana, quase 10 horas por dia.

Como ele mesmo diz: “O objetivo é transformá-los em cidadãos conscientes em tudo. E eles podem até se profissionalizar na música, sem deixar a escola”.

Com esta oportunidade, mostraremos a sociedade que a música, tem o raro poder de transformar a vida das pessoas.

LUISA LACERDA

RITA LIMA & BANDA
Dia 23 de Janeiro – 2ª. Feira – TEATRO GUARANY
19 horas – Show com a cantora e violonista LUISA LACERDA

Destaque no cenário musical como uma das revelações da nova geração da MPB, a cantora e violonista Luísa Lacerda, natural da cidade do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos em Nova Friburgo, cidade serrana do Estado, onde residiu por dezoito anos.

De volta ao Rio, prosseguiu seus estudos com professores de violão (Paulo Pedrassoli, Luiz Claudio Ramos e Cyro Delvizio) e de canto (Amélia Rabello e Monique Aragão), graduando-se em violão erudito pela Escola de Música da UFRJ.

Desde então, tem se apresentado na noite carioca em espaços de tradição musical (Bar Semente, Beco das Garrafas, Rua do Ouvidor, Parque das Ruínas, etc.) e em eventos, no Rio e outras cidades.

No repertório, canções selecionadas de importantes compositores brasileiros, como Chico Buarque, Caetano Veloso, Cartola, Guinga, Edu Lobo, Tom Jobim, Paulo César Pinheiro, Toquinho, Vinicius, Baden Powell, etc., assim como de novos compositores.

No momento, além de seu trabalho solo, Luísa Lacerda tem se dividido em dois outros projetos: o Meia Volta e o Cantos Cores, ambos de perfil autoral.

Em 2016, o show solo de Luísa foi selecionado nos editais do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) e no Centro Cultural dos Correios de Niterói.

TRIO+UM & SANTOS BOSSA ALL STARS

SONIA ROCHA WILLCOX & BANDA
Dia 23 de Janeiro – 2ª. Feira – TEATRO GUARANY
21 horas – Show com o TRIO+UM & SANTOS BOSSA ALL STARS

O Trio+Um é um quarteto de música instrumental e Jazz, formado por André Willian (Piano), Elizeu Custódio (Contrabaixo), Fabiano Guedes (Bateria) e Rodrigo Vilela (Saxofone).

Os integrantes do quarteto já trabalhavam juntos em outras formações e em 2015 se juntaram para formar o Trio+Um, com a proposta de estudar e tocar clássicos do Jazz.

Com interpretações próprias de alguns temas, o quarteto tem a intenção de tocar e levar o Jazz e a Bossa Nova a todos os públicos, desmistificando a velha ideia de que os estilos são exclusivos.

O conceito é tocar e aprender com a música e com tudo que ela pode proporcionar.

Já o Santos Bossa All Stars é uma formação que conta com artistas da cidade de Santos, mesclando os nomes mais experientes, todos muito influenciados pela Bossa Nova.

São eles: as cantoras Sônia Rocha Willcox, Rosa Estevez, Aleuda Silva, entre outros convidados.

HAMLETO STAMATO TRIO

NO OLHO DA RUA CRIS DELANNO
Dia 24 de Janeiro – 3ª. Feira – TEATRO DO SESC
19 horas – Show com HAMLETO STAMATO TRIO

O pianista, compositor, arranjador e produtor musical Hamleto Stamato, comemora quinze anos do trio Hamleto Stamato Trio ao lado dos amigos e parceiros Ney Conceição no baixo e Erivelton Silva na bateria, lançando o quinto volume da série Speed Samba Jazz que teve início em 2000.

A série "Speed Samba Jazz" recria a atmosfera dos trios de samba jazz do final da década de 60 e nesse quinto volume, o repertório bastante variado e bem selecionado, reúne músicas brasileiras e internacionais conhecidas como: “Bananeira” (João Donato e Gilberto Gil), “A Vontade Mesmo” (Raul de Souza), “Tico-Tico No Fubá” (Zequinha de Abreu), “All The Things You Are” (Hammerstein/Kern), “Take Five” (Paul Desmond), “Stella By Starlight” (Victor Young/Ned Washington), “Solar” (Miles Davis) e “Round Midnight” (Thelonious Monk), contando ainda com uma composição original de Hamleto, intitulada “Salsa Pro Zé Henrique”.

A escolha dos temas, dos andamentos e a preparação dos arranjos revelam a cuidadosa preparação deste projeto.

Logo nas faixas iniciais – “All The Things You Are”, “A Vontade Mesmo” e “Bananeira” - já se percebe o alto nível das interpretações que enfatizam a ampla variedade temática das composições, e a cada faixa mais surpresas, especialmente nos solos articulados de Hamleto, Ney e Erivelton, repletos de elementos que trazem vivacidade e energia às improvisações.

Hamleto Stamato é um dos nossos músicos mais respeitados, nacional e internacionalmente.

Dele escreveu o renomado jornalista José Domingos Raffaelli: “As qualidades de Hamleto como pianista afloram a cada momento, investigando as facetas melódico-harmônicas das composições com emoção, nuances e sutilezas, transformando suas performances em desafios de inventividade e sentido de forma. O autodomínio das suas improvisações repletas de forma e estrutura, seu supremo bom gosto e acentuado “feeling”, além do inerente balanço de execução, são pontos eminentes da sua criatividade”

A série ‘Speed Samba Jazz’ teve seu volume 3 indicado ao prêmio Tim em 2007, na categoria melhor grupo instrumental. Este é o sexto CD do artista que conta ainda com um DVD, o Gafieira Jazz, gravado em 2009 que lhe rendeu uma turnê na Europa em 2011, com apresentações na Midden em Cannes, passando por 12 países com cerca de 18 concertos em festivais e clubes de jazz.

SOBRE HAMLETO STAMATO:

Filho do saxofonista e flautista homônimo, que integrava a banda de Hermeto Pascoal, Hamleto formou-se Bacharel em Piano pela Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro e fez cursos de aperfeiçoamento técnico com os professores Luiz Antonio Gomes, Sônia Maria Vieira e curso de harmonia e arranjo com o Maestro Vittor Santos.

Iniciou sua trajetória profissional no final dos anos 80 e desde então é reconhecido como um dos mais promissores pianistas de sua geração, tendo tocado com ícones como Claudia Telles, Tim Maia, Danilo Caymmi, Rosa Passos, Pery Ribeiro, Marisa Gata Mansa e Leny Andrade.

Com inúmeras apresentações e shows no exterior, e grandes produções em estúdio, vem projetando seu nome em diversas áreas, inclusive como arranjador e produtor. Em 2005, foi produtor musical e arranjador do programa Fama, da Rede Globo e trabalhou no programa Estação Globo como pianista e arranjador.

Em 2003, lançou seu primeiro trabalho solo, o "Speed Samba Jazz" que logo se transformaria na série que chega agora ao volume cinco, e entre essa trajetória, em 2009, gravou o seu primeiro DVD, Gafieira Jazz.

CELSO FONSECA & BANDA

NO OLHO DA RUA CRIS DELANNO
Dia 24 de Janeiro – 3ª. Feira – TEATRO DO SESC
21 horas – Show com CELSO FONSECA & BANDA

“Alguma vez na vida você já cantou a música "Sorte" para alguém ("Meu amor, você me dá sorte, meu amor...")? Por acaso você achou familiar aquela voz que acompanhava a top Gisele Bündchen nos comerciais de TV apresentando a sandália Ipanema desenhada por ela? Pois é. A música se chamava "Slow Motion Bossa Nova" e é a recordista em aparições em discos de música brasileira moderna no exterior.

O responsável por estas ecléticas incursões musicais é Celso Fonseca, cantor, compositor, produtor e músico carioca, com 15 discos e 2 DVD’s lançados, diversos prêmios no Brasil e exterior, além de várias indicações paro o Grammy.

O álbum “Juventude/Slow Motion Bossa Nova”, por exemplo, foi indicado a dois prêmios Grammy em 2002, e “Natural” recebeu cotação máxima da conceituada revista “Mojo” em 2003. Os dois discos foram eleitos melhores do ano por publicações como “The Sunday Times” e o site Amazon.com. A música e a imagem de Celso Fonseca estamparam as capas dos cadernos culturais dos jornais mais importantes do mundo e o levaram ao programa Later With Jools Holland, da BBC, onde já se apresentaram nomes como Paul McCartney, Sting e Elton John, entre outros artistas consagrados.

Celso Fonseca já dividiu o palco com artistas como Stevie Wonder, Carlos Santana e a grande lenda do jazz, Dizzy Gillespie. Seus shows pelo mundo são frequentados por artistas como Sting e Jamie Cullum, e já foi até cumprimentado por sua “performance” como guitarrista por ninguém menos que Eric Clapton.

No Brasil, o carioca teve suas músicas gravadas por artistas como Maria Bethânia, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Gal Costa, Adriana Calcanhoto, Caetano Veloso, Nana Caymmi, Luiz Melodia, Mart'nália, Roberta Sá, Zizi Possi, Ney Matogrosso, Sandra de Sá, Dominguinhos, Bossacucanova, Jamelão, Marcos Valle, Daniela Mercury, entre outros.

Há quatro anos, uma canção escrita sob encomenda por ele e Ronaldo Bastos, é o tema de final de ano da Natura e já foi ao ar nas vozes de Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Dona Ivone Lara, Marcelo Jeneci e do coro da Osesp, entre outros intérpretes. Você também, com certeza, já ouviu sua voz em temas de novela na Rede Globo, como "She's A Carioca" (dueto com Cibelle em América), "Você Não Entende Nada" (Duas Caras), "La Píu Bella Del Mondo" (Páginas da Vida), "Ela Só Pensa Em Beijar" (Escrito Nas Estrelas) e "Um Dia De Domingo" (com Ana Carolina em Caras e Bocas). Ou com certeza, conhece composições suas nas vozes de outros artistas em outras produções, como Mart'nália e Luis Melodia em Insensato Coração ("Ela é Minha Cara" e "Ela Vai Pro Mar"), Maria Bethania em Direito de Amar ("Sei De Cor") ou Rita de Cássia em Passione ("Cama Vazia").

Como músico, Celso Fonseca já acompanhou ou gravou com os melhores artistas da nossa MPB, como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Djavan, Gal Costa, Jorge Ben Jor, Chico Buarque, Caetano Veloso, Elza Soares, Marisa Monte, Adriana Calcanhotto, João Bosco, Jorge Mautner, Sergio Sampaio, e Raul Seixas, além do lendário guitarrista Carlos Santana. Como produtor, já esteve a frente de trabalhos com Vinícius Cantuária, Gilberto Gil, Gal Costa, Virgínia Rodrigues, Daniela Mercury, Daúde, Dulce Quental, Zeca Baleiro, Paulinho Moska, Mart'nália e Paula Morelenbaum.

Seu último trabalho, “Like Nice”, foi finalista em 2016 do Prêmio Grammy Latino. É um dos discos mais importantes da sua carreira e que reforçam a renovação da Bossa Nova na atualidade.

RUY CASTRO

NO OLHO DA RUA CRIS DELANNO
Dia 25 de Janeiro – 4ª. Feira (Dia Nacional e Municipal da Bossa Nova) – AUDITÓRIO DO SESC
17 horas – Palestra com o escritor e jornalista Ruy Castro

Começou como repórter em 1967 no Correio da manhã, no Rio, e passou por todos os grandes veículos da imprensa carioca e paulistana. A partir de 1990, concentrou-se nos livros. É autor de biografias de Carmem Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues, e de livros de reconstituição histórica, sobre a Bossa Nova, Ipanema e Flamengo. É cidadão benemérito do Rio de Janeiro.

Vem a Santos para falar do livro “CHEGA DE SAUDADE – A HISTÓRIA E AS HISTÓRIAS DA BOSSA NOVA”, que ganhou recentemente uma nova edição revista, atualizada e segundo ele, definitiva.

“Chega de Saudade” reconstitui a vida boêmia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - boate por boate, tiete por tiete, história por história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e comportamento, Ruy Castro penetrou em seus bastidores e ouviu dezenas de seus participantes - compositores, músicos e cantores, além dos amigos e inimigos deles. O resultado é uma narrativa cheia de paixões e traições, amores e desamores, lances cômicos e trágicos, protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, Sylvinha Telles, Elis Regina e pela legião de jovens que eles seduziram com seu charme e suas canções.

MARCOS ARIEL

NO OLHO DA RUA CRIS DELANNO
Dia 25 de Janeiro – 4ª. Feira (Dia Nacional e Municipal da Bossa Nova) – TEATRO DO SESC
19h Show com piano solo de MARCOS ARIEL – “PIANO COM TOM JOBIM”

Homenagem ao aniversariante do dia, ANTONIO CARLOS BRASILEIRO DE ALMEIDA JOBIM, o nosso Maestro Soberano Tom Jobim, que completaria em 2017, 90 anos de idade.

As apresentações de Marcos Ariel são sempre marcadas pela inesperada reação da plateia, que fica encantada com a comunicação do artista durante o espetáculo.

Interagindo com a plateia em Português ou Inglês, o pianista, cantor e compositor vai narrando fatos e curiosidades sobre as composições do programa do espetáculo além de mencionar curiosidades sobre sua carreira internacional.

Interpretando arranjos gravados no seu elogiado CD “Piano com Tom Jobim”, Marcos Ariel faz uma releitura original da Bossa Nova que é o estilo musical brasileiro mais conhecido, difundido e apreciado nos quatro cantos do Planeta.

Além do virtuosismo ao piano, Marcos Ariel canta algumas composições como Águas de Março, Desafinado, Triste e Ligia. Com arranjos originais e inovadores o pianista intercala as articulações do Bebop com o balanço da Bossa Nova e do Samba Jazz.

Marcos Ariel vem desenvolvendo e aprimorando ao longo de sua carreira uma técnica especial com destaque para a independência total de sua mão esquerda.

Muitas vezes fazendo o papel de um contrabaixo ou de um pandeiro, o artista passeia com tranquilidade pelo teclado do piano intercalando os temas com improvisos originais e cheios de energia.

A característica mais marcante de Marcos Ariel é seu poder de interação com a plateia, experiência que desenvolveu em seu trabalho como apresentador de programas na Globo FM e Sul Fluminense FM. O pianista revela-se um comunicador excepcional que entretém a público (em português ou inglês), de forma descontraída, transmitindo informações extremamente interessantes sobre o repertório do show.

WANDA SÁ & QUARTETO DO RIO (EX OS CARIOCAS)

NO OLHO DA RUA CRIS DELANNO
Dia 25 de Janeiro – 4ª. Feira (Dia Nacional e Municipal da Bossa Nova) – TEATRO DO SESC
21h Show com o WANDA SÁ & QUARTETO DO RIO (Ex Os Cariocas)

A cantora WANDA SÁ, de aluna de Roberto Menescal ao prestigiado estúdio da Capitol Records, nos Estados Unidos, surgiu como a grande voz feminina da segunda turma da Bossa Nova, aquela na qual despontaram, ainda, Francis Hime, Durval Ferreira e Marcos Valle, entre outros.

Celebrando 50 anos de carreira, a cantora lançou em 2015 pela Biscoito Fino, um DVD e CD gravado ao vivo, com registro feito, no Rio de Janeiro, no Espaço Tom Jobim, com participação de DORI CAYMMI, MARCOS VALLE, CARLOS LYRA , JOÃO DONATO e a dama do jazz americano da atualidade, JANE MONHEIT que veio ao Brasil, especialmente para participar da gravação do CD de Wanda Sá.

Em 2013, teve seus três primeiros discos relançados, em edições desenhadas com esmero pelo selo Discobertas, “Bossa Nova Anos 60” que reúne seu disco de estreia, Vagamente (1964) e os dois discos que ela lançou no ano seguinte pela Capitol, Brasil ´65 e Softly.

Wanda Sá foi descoberta, ao lado de Menescal, no programa “Dois No Balanço”. Foi através dele, que o então presidente da RGE, Benil Santos, a conheceu e incentivou Menescal a fazer um disco dela, que acabou sendo lançado em agosto de 1964.

O álbum é fruto da união de duas turmas, a do Roberto Menescal (Carlinhos Lyra, Tom Jobim, Oscar Castro Neves etc.) com a da estreante Wanda Sá (que incluía Francis, Marcos Valle e Edu Lobo).

“Vagamente” não foi só o disco de estreia de Wanda Sá, mas a primeira vez de toda a turma. Foi a sua estreia como cantora, a do Menescal como produtor, mas a de muita gente também. Foi um disco que ficou “cult” porque trazia essa marca, das estreias, e também por ser um disco de pura bossa nova. Nele entram a gravação da primeira parceria de Edu Lobo com Vinicius de Moraes (‘Só me faz bem’), e a música Inútil Paisagem de Tom Jobim, que recebeu de presente do maestro, para lançá-la.

Em 1965, Sergio Mendes ouviu Wanda Sá cantar e, no ato, já a convidou para excursionar com ele pelos Estados Unidos.

Em uma audição armada por Sergio Mendes para ela se estabelecer no país, Wanda caiu nas graças do Dave Cavanaugh, produtor de estrelas como Nat ‘King’ Cole e Stan Kenton e Frank Sinatra.

E Cavanaugh disse para Wanda: “make you a star’ (“eu farei de você uma estrela”). Cavanaugh conseguiu para ela, um contrato de dois discos na famosa Capitol Records.

WANDA acabou por gravar e lançar os dois discos naquele mesmo ano de 1965. Com a capa estampando, em inglês, um “A grande novidade da América do Sul”.

Mas Wanda quis voltar ao Brasil e sua carreira, entrou em recesso após o lançamento de Softly.

Identificada internacionalmente com o gênero, só voltou ao palco em 1990, quando retomou a carreira.

A partir daí não parou mais fez shows com Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi.

Desde então, ela vem se apresentando, com sua banda em shows pelo Brasil e festivais pelo mundo todo.

Wanda vem formando plateias por onde passa. Já se apresentou na Austrália, Londres, Madri, Lisboa, Milão, Roma, Rússia, Nova York. No Japão, é recebida como uma grande estrela e já gravou 4 CD’s para o mercado japonês.

Dona de uma vasta discografia, são 16 CD’s gravados e uma voz linda, que encanta por onde se apresenta, Wanda fez uma trajetória dentro da música popular brasileira ligada aos grandes compositores do movimento da bossa nova, como: Carlos Lyra, Roberto Menescal, Marcos Valle, João Donato, Tom Jobim

É uma cantora completa que toca um violão com charme e personalidade.

Ela se apresentou e gravou com diversos nomes da MPB, como: Gal Costa, Marcos Valle, João Donato, Roberto Menescal, Nana Caymmi e Ivan Lins.

E podemos afirmar que se João Gilberto é o pai da Bossa Nova, Wanda Sá é a mais fiel intérprete feminina desse movimento.

E como diz um dos mais respeitados jornalistas, HUGO SUKMAN: “Mas só Wanda Sá é bossa nova mesmo. Ou melhor, é bossa nova em todos as suas dimensões”.

E como disse SILVIO ESSINGER, jornalista do jornal O GLOBO: “WANDA SÁ é uma intérprete de pegada jazzística. Por isso, podemos dizer que WANDA SÁ, é a mais perfeita tradução (renovada) da bossa nova”.

Lançou em 2016, o CD “Cá Entre Nós”, pelo selo carioca Fina Flor, que contou com as participações especiais de Ivan Lins, Roberto Menescal, Ricardo Silveira, Nelson Faria, Quarteto do Rio e Chico Batera.



Já o Quarteto do Rio é um grupo vocal e instrumental criado em 2016 pelos ex-integrantes do tradicional grupo Os Cariocas.

Eloi Vicente durante 22 anos, Neil Teixeira durante 21 anos e Fabio Luna durante 6 anos, integraram Os Cariocas, conjunto vocal e instrumental que fez história no Brasil, com o seu jeito marcante de harmonizar e interpretar.

Idealizado por Ismael Netto, o conjunto começou sua carreira na Rádio Nacional em 1946 e teve grande sucesso nos programas de auditório na era dourada do rádio. O grupo interpretava todo tipo de música com seus caprichados arranjos a 4 vozes, de baiões a toadas, de música americana ao nosso samba. Com o advento da Bossa Nova na década de 60, passou a ter uma fonte riquíssima de músicas, baseadas em belas harmonias e muito balanço, que combinaram com o seu jeito de interpretar, formando um casamento perfeito.

Este grupo, com formações distintas, se manteve em atividade até 2015 sob a direção musical de Severino Filho. Lançou em sua carreira cerca de 70 discos. Os dois trabalhos mais recentes foram destaques no Prêmio da Música Brasileira. O CD “Nossa Alma Canta" de 2010 foi vencedor do Prêmio na categoria de melhor grupo de MPB, com a participação de Elói e Neil como integrantes e arranjadores. O CD “Estamos Aí", de 2014, também foi finalista deste mesmo prêmio, já com Fábio Luna integrado à sua formação.

Com a morte do maestro Severino em março de 2016, os outros três integrantes do grupo decidiram dar continuidade ao trabalho que vinha sendo feito, já que Elói e Neil, nos últimos anos, já vinham fazendo arranjos para o conjunto.

No entanto, foram informados pela família de Severino que o nome Os Cariocas não poderia mais ser usado pelo grupo.

Sendo assim, entendendo que o nome é menos importante do que a música, resolveram seguir em frente agora com o novo nome: Quarteto do Rio.

Para integrar o grupo convidaram o pianista/vocalista Leandro Freixo, que passa a compor o Quarteto do Rio fazendo a 1ª voz e tocando piano, juntamente com Fabio Luna, 2ª voz, bateria e flauta, Neil Teixeira, 3ª voz e baixo e Eloi Vicente, 4ª voz e violão.

Com esta nova formação, os cariocas do Quarteto do Rio pretendem manter vivo um modo de tratar a maravilhosa música popular brasileira, nos palcos e em gravações, com a qualidade e o esmero sempre exigidos pelo seu público por todos esses anos.

RIO SANTOS BOSSA FEST 2017

O objetivo principal do RIO SANTOS BOSSA FEST 2017 é trazer entretenimento para o público da Baixada Santista através de um estilo que é um dos principais alicerces da música popular brasileira, que é a BOSSA NOVA.

De forma acessível e com entrada gratuita, o público será incentivado a se integrar à música e ao ritmo, promovendo uma agradável confraternização entre os participantes.

O Festival será dividido em 3 dias, com atrações brasileiras, de artistas de alto gabarito e reconhecidos no exterior, das cidades do Rio de Janeiro, considerada como o berço da BOSSA NOVA e de Santos, que mostrarão com muita propriedade o repertório de canções de grandes compositores e intérpretes como Tom Jobim, João Gilberto, Vinicius de Moraes, Roberto Menescal, Carlos Lyra, Marcos Valle, Johnny Alf, Durval Ferreira, entre outros, além dos compositores atuais.

Acontecerá no mês de Janeiro de 2017, nos dias 23, 24 e 25, no Teatro Guarany, no Centro Histórico, com capacidade para 300 pessoas e no Teatro do SE$C Santos, no bairro da Aparecida, com capacidade para 750 pessoas. Também será utilizado o Auditório do SESC Santos, com capacidade para 150 pessoas.

Além de levar ao público da Baixada Santista o melhor da produção brasileira da BOSSA NOVA, o festival também irá fazer parte das comemorações do Dia Nacional e Municipal da BOSSA NOVA, comemorados sempre em 25 de janeiro.

A data que celebra o Dia Nacional da BOSSA NOVA foi criada através de Lei Federal no. 11.926, de 17 de abril de 2009, inspirada no dia de nascimento de Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, 25 de janeiro, maestro, arranjador, pianista, violonista, cantor, compositor e um dos fundadores do movimento, que completaria em 2017, 90 anos de idade.

Em Santos, foi instituída através de Lei Municipal no. 2.972, de 14 de março de 2014, que inclui no Calendário Oficial do Município, a Semana da Bossa Nova, comemorada sempre de 19 a 25 de janeiro.

A direção artística é assinada por Cássio Laranja, um dos mais atuantes produtores culturais da Baixada Santista, que solicitou diretamente ao nobre Vereador Douglas Gonçalves, a propositura da referida Lei Municipal que homenageia a Bossa Nova.

BOSSA NOVA

A BOSSA NOVA que pode ser definida simplesmente como a forma de execução do samba (harmonias, arranjos, acordes, colocações vocais, seleção e comportamento instrumental), teve seu marco inicial em 10 de julho de 1958, quando o cantor e violonista João Gilberto gravou o 78 rpm “Chega de Saudade”, composição de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, no estúdio da gravadora Odeon, na Cinelândia, no Rio de Janeiro.

Alguns meses antes, o mesmo João Gilberto tinha acompanhado, com o seu violão, a cantora Elizeth Cardoso em 2 faixas, a mesma “Chega de Saudade” e “Outra Vez” no disco “Canção do Amor Demais”, exclusivamente com as canções da dupla Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

A sua célebre batida sincopada ao violão, transformou e revolucionou para sempre a música popular brasileira.

É importante destacar que em 2017, quando completa 59 anos de vida, o gênero continua preservado e difundido com vigor por uma legião de fãs.

A iniciativa em Santos possibilita que as gerações mais novas possam conhecer melhor a Bossa Nova, que atualmente passa por um natural processo de atualização da sua sonoridade. A levada original e única, que permanece preservada, tem recebido alguns ingredientes da modernidade, que dão a ela um ar de frescor e juventude.

JUSTIFICATIVA

Patrimônio nacional, a BOSSA NOVA é um gênero musical nascido no país e conhecido no mundo inteiro. Por seu caráter singular e extremamente inovador, é aplaudida e cultuada até os dias de hoje.

Historicamente e com vários registros documentais, constata-se que quase ao mesmo tempo em que nascia o gênero no Rio de Janeiro, a cidade Santos também cultivava centros criativos para que compositores se manifestassem dentro do mesmo ambiente cultural e musical.

As cidades do Rio de Janeiro e Santos andaram juntas no desenvolvimento deste gênero, o que o público em geral desconhece.

Além de compartilhar este desenvolvimento musical, as cidades compartilham de cultura, hábitos, costumes e geografia muito similares.

A proposta do festival é trazer ao público santista o encontro e o intercâmbio de músicos, compositores, intérpretes e artistas locais com os da cidade do Rio de Janeiro, onde a BOSSA NOVA nasceu.

O projeto tem natureza cultural, oferecendo a população de Santos e região, a oportunidade de assistir ao vivo artistas de renome nacional e internacional, cujo trabalho desenvolve e valoriza a cultura brasileira, relembra a importância da Bossa Nova em nossa cultura, revitaliza tradições e mostra que o gênero tem em sua base a manifestação cultural e musical e continua em movimento criativo e atualização.

Música que transformou e revolucionou para sempre a música popular brasileira.

A realização do festival justifica-se, pela facilidade de acesso, reverência histórica e ineditismo.

Em Santos, bem como no Brasil, nunca foi feito um festival voltado especificamente para aproximar as histórias da BOSSA NOVA vividas nas cidades do Rio de Janeiro e de Santos, que foram muito importantes para a construção da identidade musical contemporânea do Brasil.

Além disso, com a realização de um grande trabalho de divulgação, pretendemos arregimentar uma nova fatia de público, que não conhece a produção nacional do gênero e terá, por meio deste evento, fácil acesso a uma programação cultural de excelente qualidade técnica oferecida gratuitamente.