Rio Santos Bossa Fest

AGENDA DE APRESENTAÇÕES
24 de Janeiro
16h
Abertura do Festival e palestra “CAMINHOS CRUZADOS: JOÃO GILBERTO & TOM JOBIM” com ZUZA HOMEM DE MELLO

18h
Show com RITA LIMA & BANDA
24 de Janeiro
19h
Show com SONIA ROCHA WILLCOX & BANDA
- Convidada Especial: KIKA WILLCOX


21h
Show com NO OLHO DA RUA & CRIS DELANNO
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RELEASE

RIO-SANTOS BOSSA FEST 2016

O objetivo principal do RIO - SANTOS BOSSA FEST 2016 - SANTOS é trazer entretenimento para o público da Baixada Santista através de um estilo que é um dos principais alicerces da música popular brasileira, que é a BOSSA NOVA.

INFORMAÇÕES
RIO-SANTOS BOSSA FEST
(Comemoração do Dia Nacional e Municipal da Bossa Nova em Santos - 25/01/16)

DIAS: 24 E 25 DE JANEIRO DE 2016
4 SHOWS - 2 apresentações por dia

ENTRADA FRANCA | FAIXA ETÁRIA: LIVRE
LOCAL: TEATRO GUARANY – Praça dos Andradas, 100 - Centro Histórico - Santos/SP 

PRODUÇÃO MUSICAL:
CÁSSIO LARANJA: cassiolaranja@hotmail.com
GRAZIELLA GUERREIRO: graziaguerreiro@gmail.com


PATROCÍNIO



APOIO



REALIZAÇÃO

ZUZA HOMEM DE MELLO

ZUZA HOMEM DE MELLO
Dia 24 de Janeiro – Domingo
16 horas – Abertura do Festival e palestra “CAMINHOS CRUZADOS: JOÃO GILBERTO & TOM JOBIM” com ZUZA HOMEM DE MELLO, musicólogo, jornalista e produtor musical.

Há quase 60 anos dedica-se ao garimpo e à divulgação da música popular brasileira e do jazz. É autor dos livros Música popular brasileira cantada e contada (Editora Melhoramentos), A Canção no Tempo, 2 volumes com Jairo Severiano (Editora 34), João Gilberto (Publifolha), A Era dos Festivais (Editora 34), Música nas Veias (Editora 34), Eis aqui os Bossa Nova (Editora Martins Fontes) e Música com Z (Editora 34), este contemplado com o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) na categoria Literatura: Ensaio/Crítica/Reportagem.
 
A palestra penetrará na forma e no conteúdo da obra dos dois mais importantes personagens da música popular brasileira e, naturalmente, desembocará na origem da Bossa Nova. Se hoje a música brasileira é conhecida e admirada no mundo, são eles dois os principais responsáveis além de pioneiros. Com ilustrações musicais, Zuza nos mostrará suas trajetórias, aspectos de suas vidas e curiosidades.

RITA LIMA & BANDA

RITA LIMA & BANDA
Dia 24 de Janeiro – Domingo
18 horas – Show com RITA LIMA & BANDA

Considerada como "a nova voz da MPB", Rita Lima já participou de festivais importantes como o "Prêmio da Música Popular Brasileira", sendo revelada no “PREMIO ELDORADO - VISA de MPB”, ficando entre os finalistas, esta excelente soprano. Bastante solicitada para “backing vocals” de artistas renomados, transferiu-se para o Rio de Janeiro já faz alguns anos, onde montou seu “time” de músicos com diversas influencias para lançar o seu trabalho solo em 2010 pela gravadora Sony.

O CD de estreia, com repertório refinado com influências de Jazz, MPB, Bossa Nova e Pop, foi um dos escolhidos para concorrer ao 23° Premio da Música Brasileira. Desde então vem tendo uma participação ativa em diversos festivais de música pelo Brasil e realizando diversos shows.

Em 2013, esta paraense radicada no Rio de Janeiro, começa a ser reconhecida e respeitada na Europa, especialmente em Portugal e Polônia sendo convidada por artistas locais a participar de gravações de CD´s. A banda é formada por Marcio Mazza (bateria), Franklin Gama (contrabaixo), Tarantilio Costa (teclados), Milton Leme (saxofones) e George Durante (violão e direção musical).

SONIA ROCHA WILLCOX & BANDA

SONIA ROCHA WILLCOX & BANDA
Dia 25 de Janeiro – 2ª. Feira (Dia Nacional e Municipal da Bossa Nova)
19 horas – Show com SONIA ROCHA WILLCOX & BANDA – Convidada Especial: KIKA WILLCOX

Nascida na cidade de Santos, cresceu no meio musical, tendo a mãe, o pai e irmão pianistas e o outro irmão baterista. Começou a desenvolver a paixão pelo canto em meados de 1963 nas aulas de violão ministradas pela amiga, violonista, cantora/atriz, compositora Gildinha Vandembrande. Sua casa sempre foi lugar de encontros musicais com presenças  notáveis como nosso querido Johnny Alf.

Montou vários espetáculos como “O Poeta e a Bossa” (1967), o “Lorca e a Bossa (1968)”, “Questão da Espera”(1969), bem como participou de festivais e de shows de bossa-nova sempre acompanhada pelos músicos santistas: Roberto Sion, Renato Loyolla, Paulinho Freitas, Oiram, Fogueira, Olavo e Ulisses Rosato, Beto, Marivaldo, Serginho Matteus, Marton Gama Pinto, ao lado das cantoras, Marilene Gama, Aleuda, Simone Miranda.

SONIA ROCHA WILLCOX & BANDA Ganhou por dois anos consecutivos o premio de melhor cantora e interprete no Festival de Música Popular Brasileira promovido pela Faculdade Católica de Direito de Santos. Formou-se na Faculdade de Direito em 1969 e mudou para São Paulo em 1971, e lá conheceu o músico e maestro Paulo Cesar Willcox com quem se casou e teve 3 filhos.  Em São Paulo trabalhou em vários lugares como a Baiuca, Paddock, Teleco Teco da Paróquia, Casa Forte, Jogral, Flag, Tenis Clube, bem como participou da peça “O poeta da Vila e Seus Amores” levada no teatro do Sesi, sobre a vida do compositor Noel Rosa.

Seus três filhos são músicos. Kika Willcox, cantora e compositora e professora de canto, Chico Willcox baixista, maestro e arranjador e Igor Willcox baterista, DJ e arranjador. A banda é formada por Regina Marçal (teclados), Bheto Alves (violão) e bateria.

NO OLHO DA RUA & CRIS DELANNO

NO OLHO DA RUA CRIS DELANNO
Dia 25 de Janeiro – 2ª. Feira (Dia Nacional e Municipal da Bossa Nova)
21 horas – Show com NO OLHO DA RUA & CRIS DELANNO

Quem melhor sintetizou o que é o NO OLHO DA RUA, foi Ruy Castro, em seu livro “Rio Bossa Nova”. Diz o autor: “O nome do conjunto já diz tudo: a rua como palco e o povo, como plateia – mas, sendo esse palco o Rio, mais precisamente Ipanema, o prazer está garantido, até para os músicos”.

O No Olho da Rua pode ser visto desde 1997 ensolarando as calçadas do Leblon, da Lagoa e as Praças do Centro, mas seu pouso mais efetivo é o posto quase 10 de Ipanema, aos domingos, a partir das 10 da manhã.

Entre suas proezas estão vibrantes versões de Tom Jobim, Baden Powell e Victor Assis Brasil, com improvisações pesadas, ao lado de temas de enorme delicadeza, sobre os quais já quase garantiram exclusividade: a valsa de Ary Barroso, “Sombra e Luz”, nunca lançada comercialmente, e uma interpretação de “Cidade Maravilhosa”, de André Filho, em que começam pela linda segunda parte e só depois fazem a primeira, ambas também em valsa, antes de atacar a clássica introdução em ritmo de marchinha.

Contrariando o nome, o No Olho da Rua se apresenta também sob tetos convencionais, como o Centro Cultural Justiça Federal, o Carioca da Gema, no antigo Mistura Fina, no Santo Scenarium, locais onde amúsica instrumental e o jazz tem uma participação especial.

O grupo iniciou suas atividades em março de 1997, se apresentando pelas ruas da cidade, inicialmente pela orla da Zona Sul do Rio de Janeiro: Leblon, Ipanema e Lagoa Rodrigo de Freitas e, posteriormente, pelas ruas e praças do Centro.

Em 2013, lançam seu 6°CD "Samba-jazz 40 graus", agora pela ROB Digital, com repertório totalmente selecionado por Ruy Castro, em homenagem aos 50 anos do samba-jazz.

Em 2015 são agraciados com o Prêmio de Ações Locais - Edição Rio 450, concedido pela Secretaria Municipal de Cultura em conjunto com o Comitê Rio 450, por sua atuação nas ruas da cidade, desde 1997, promovendo lazer e cultura gratuitamente à população.

Mas, por algum motivo, as bermudas, o sol a pino e o palco de areia lhes assentam como a ninguém, o No Olho da Rua é hoje um quinteto de samba-jazz, bossa nova e música instrumental brasileira, formado por: Eduardo Henrique (piano e teclado); Gustavo Schnaider (bateria e percussão); Nito Lima (violão e guitarra); Paulo Rego (saxofones, flauta e clarinete); e Rodrigo Ferreira (contrabaixo).

Cris Delanno é intérprete renomada, compositora, musicista e, mais recentemente, arranjadora.  Considerada por Andy Summers, Roberto Menescal, Carlos Lyra, entre outros, como uma das melhores intérpretes brasileiras também é a voz do grupo BossaCucaNova. 

NO OLHO DA RUA CRIS DELANNO Começou a cantar no Coral Infantil do Theatro Municipal do Rio de Janeiro aos 5 anos de idade, participando de óperas como La Boheme, Carmen e Tosca. Carioca, nascida no Texas, absorveu muito do estilo da música americana, integrando, como solista, um coral tipicamente negro, o African American Unity Choir. Aos 17 anos estava à frente do grupo do lendário Luiz Carlos Vinhas e já aos 18 anos conheceu Roberto Menescal, que logo viu a excelente intérprete que ela iria se tornar. Já dividiu o palco também com Elza Soares, Marcos Valle, Andy Summers (The Police), Oscar Castro Neves, BossaCucaNova, Ed Motta, Simoninha, Aldir Blanc, Roberto Menescal, Roberta Sá, Donatinho, Kassin, entre outros. Dos shows que participou, destacam-se: Festa de Premiação do Grammy Latino (TV Concert - 2002), Roskilde Festival (Dinamarca), Ronnie Scott (renomado clube de jazz em Londres), North Sea (Holanda), Get’s Bossa Bova (Japão), Bossa Cabaret (Paris) e Evento da Copa do Mundo FIFA na África do Sul em 2010, transmitido para o mundo inteiro e Rock in Rio USA em 2015.

Também está no documentário Coisa Mais Linda (Paulo Thiago), do DVD do show Bossa in Concert, participação na Novela da Globo “As Filhas da Mãe”, de dois programas do “Som Brasil" (TV Globo) – Vinicius de Moraes e Bossa Nova, Na Base da Bossa (Multishow, GNT e Canal Brasil).

À convite de Carlos Lyra é a nova “Pobre Menina Rica” no consagrado musical dele com Vinícius de Moraes.  Por conta desse trabalho recebeu o convite para gravar um CD em Inglês com as versões feitas pelo próprio Lyra que será lançado nos EUA, Europa e Japão. Estrelou o musical Nara - Uma Senhora Opinião, criado e dirigido por Solange Kafuri, é um destaque por sua relevância em trazer ao público a história da trajetória dessa artista de tamanha importância para a Música Popular Brasileira. Com Alex Moreira montou a banda Power Samba Jazz com uma estética “Old School Beco das Garrafas” com intervenções ao vivo dando uma cara nova a esse estilo marcante da Música Brasileira, já como arranjadora.

Cris Delanno é parceira de canções com João Donato, Joyce, George Israel (Kid Abelha) e Gustavo Black Allien (ex-Planet Hemp), Dora Vergueiro, e lançou, com Alex Moreira, com produção de Donatinho e Alex o CD com suas composições: “Nosso Quintal” pela gravadora japonesa P-Vine em dezembro de 2012 e pela Beleave Digital (mundo) em 2013. Para 2016, um novo álbum com Roberto Menescal está sendo preparado, fruto dessa amizade e parceria que já passa dos 25 anos.

Discografia:

1995: Cris em Tom Maior. Japão e Brasil, CD.
1996: Clássicos do Cinema.  Brasil, CD.
1999: Nara - Uma Senhora Opinião.  Brasil, CD.
2001: Filha da Pátria.  Japão, CD
2002: Cris Delanno Canta Newton Mendonça.  Brasil, CD.
2003: Eu e Cris / Roberto Menescal e Cris Delanno.  Japão e Brasil, CD.
2006: Cris Delanno.  Brasil, Japão, Polônia, Corea, Portugal, CD.
2008: BossaCucaNova – Ao Vivo.  Brasil, CD e DVD.
2011: United Kingdom of Ipanema: Roberto Menescal, Andy Summers (The Police),
Participação Especial Cris Delanno.  Brasil, DVD
2012: Cristo Redentor 80 anos (Ao Vivo): Participação com BossaCucaNova e Roberto Menescal – EMI
2012: Cris Delanno e Alex Moreira: Nosso Quintal – World - Believe Digital, Japão -P-Vine
2013 BossaCucaNova – Nossa Onda é Essa – World - Six Degree,  Brasil - Coqueiro Verde
2015- Ensaio- World- batuke Music

RIO - SANTOS BOSSA FEST 2016

O objetivo principal do RIO - SANTOS BOSSA FEST 2016 - SANTOS/SP é trazer entretenimento para o público da Baixada Santista através de um estilo que é um dos principais alicerces da música popular brasileira, que é a BOSSA NOVA.

De forma acessível e com entrada gratuita, o público será incentivado a se integrar à música e ao ritmo, promovendo uma agradável confraternização entre os participantes.

O Festival será dividido em 2 dias, com 4 atrações no total, sendo 2 apresentações por dia, todas brasileiras, de artistas de alto gabarito e reconhecidos no exterior, das cidades do Rio de Janeiro, considerada como o berço da BOSSA NOVA e de Santos, mostrarão com muita propriedade o repertório de canções de grandes compositores e intérpretes como Tom Jobim, João Gilberto, Vinicius de Moraes, Roberto Menescal, Carlos Lyra, Marcos Valle, Johnny Alf, Durval Ferreira, entre outros, além dos compositores atuais.

Acontece no mês de Janeiro de 2016, nos dias 24 e 25, no histórico Teatro Guarany, no Centro Histórico de Santos.

Além de levar ao publico da Baixada Santista o melhor da produção brasileira da BOSSA NOVA, o festival também irá fazer parte das comemorações do Dia Nacional e Municipal da BOSSA NOVA, comemorados sempre em 25 de janeiro.

A data que celebra o Dia Nacional da BOSSA NOVA foi criada através de Lei Federal no. 11.926, de 17 de abril de 2009, inspirados no dia de nascimento de Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, 25 de janeiro, maestro, arranjador, pianista, violonista, cantor, compositor e um dos fundadores do movimento, que completaria em 2016, 89 anos de idade.

Em Santos, foi instituída através de Lei Municipal no. 2.972, de 14 de março de 2014, que inclui no Calendário Oficial do Município, a Semana da Bossa Nova, comemorada sempre de 19 a 25 de janeiro.

A direção artística é assinada por Cássio Laranja, um dos mais atuantes produtores culturais da Baixada Santista, que solicitou diretamente ao nobre Vereador Douglas Gonçalves, a propositura da referida Lei Municipal que homenageia a Bossa Nova.

BOSSA NOVA

A BOSSA NOVA que pode ser definida simplesmente como a forma de execução do samba (harmonias, arranjos, acordes, colocações vocais, seleção e comportamento instrumental), teve seu marco inicial em 10 de julho de 1958, quando o cantor e violonista João Gilberto gravou o 78 rpm “Chega de Saudade”, composição de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, no estúdio da gravadora Odeon, na Cinelândia, no Rio de Janeiro

Alguns meses antes, o mesmo João Gilberto tinha acompanhado, com o seu violão, a cantora Elizeth Cardoso em 2 faixas, a mesma “Chega de Saudade” e “Outra Vez” no disco “Canção do Amor demais”, exclusivamente com as canções da dupla Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

A sua célebre batida sincopada ao violão, transformou e revolucionou para sempre a música popular brasileira.

É importante destacar que em 2016, quando completa 58 anos de vida, o gênero continua preservado e difundido com vigor por uma legião de fãs.

A iniciativa em Santos possibilita que as gerações mais novas possam conhecer melhor a Bossa Nova, que atualmente passa por um natural processo de atualização da sua sonoridade. A levada original e única, que permanece preservada, tem recebido alguns ingredientes da modernidade, que dão a ela um ar de frescor e juventude

JUSTIFICATIVA

Patrimônio nacional, a BOSSA NOVA é um gênero musical nascido no país e conhecido no mundo inteiro. Por seu caráter singular e extremamente inovador, é aplaudida e cultuada até os dias de hoje.

Historicamente e com vários registros documentais, constata-se que quase ao mesmo tempo em que nascia o gênero no Rio de Janeiro, a cidade Santos também cultivava centros criativos para que compositores se manifestassem dentro do mesmo ambiente cultural e musical.

As cidades do Rio de Janeiro e Santos andaram juntas no desenvolvimento deste gênero, o que o público em geral desconhece.

Além de compartilhar este desenvolvimento musical, as cidades compartilham de cultura, hábitos, costumes e geografia muito similares.

A proposta do festival é trazer ao público santista o encontro e o intercâmbio de músicos, compositores, intérpretes e artistas locais com os da cidade do Rio de Janeiro, onde a BOSSA NOVA nasceu.

O projeto tem natureza cultural, oferecendo a população de Santos e região, a oportunidade de assistir ao vivo artistas de renome nacional e internacional cujo trabalho desenvolve e valoriza a cultura brasileira, relembra a importância da bossa nova em nossa cultura, revitaliza tradições e mostra que o gênero tem em sua base a manifestação cultural e musical e continua em movimento criativo e atualização. Música que transformou e revolucionou para sempre a música popular brasileira.

A realização do festival justifica-se, pela facilidade de acesso, reverência histórica e ineditismo.

Em Santos, bem como no Brasil, nunca foi feito um festival voltado especificamente para aproximar as histórias da BOSSA NOVA vividas nas cidades do Rio de Janeiro e de Santos, que foram muito importantes para a construção da identidade musical contemporânea do Brasil.

Além disso, com a realização de um grande trabalho de divulgação, pretendemos arregimentar uma nova fatia de público, que não conhece a produção nacional do gênero e terá, por meio deste evento, fácil acesso a uma programação cultural de excelente qualidade técnica oferecida gratuitamente.